NOTÍCIAS

  • Mário Branco
  • Bulldog

As Fake News são habitualmente associadas ao ambiente político, mas têm atingido, também, personalidades de notoriedade pública e começam a ter um impacto directo sobre a reputação das empresas. Quem está por detrás dos embustes ou dos simples boatos postos a circular, a maioria das vezes, nos canais digitais? E quais os propósitos que os originam e alimentam?
Estas questões tornaram-se já correntes para os consumidores de informação mais atentos, que recorrem a mecanismos de verificação para apurar a veracidade dos factos noticiados.
No meio empresarial, muito exposto e geralmente menos apetrechado para evitar os efeitos imprevisíveis da desinformação, torna-se essencial que as direcções de comunicação saibam gerir, rápida e eficazmente, as notícias falsas. Como contrariar uma fake news? Que riscos avaliar antes de reagir? Que consequências, desejáveis ou indesejáveis, poderão resultar dessa acção?
A resposta a estas e outras interrogações deve ser dada por consultores de comunicação competentes e experimentados, capazes de aconselhar com conhecimento real e com orientações concretas para prevenir ou gerir uma crise reputacional motivada por fake news.

  • Mário Branco
  • Bulldog

A origem do conceito de stakeholder poderá estar no distante oeste norte-americano, quando as caravanas que atravessavam os territórios com os novos colonos tinham que percorrer grandes distâncias até aos locais onde se situavam as parcelas que lhes tinham sido atribuídas. Ao chegar, os novos proprietários deixavam a caravana com uma bandeira.
Quando o grupo se afastava, o colono ficava no terreno com a sua bandeira e podia ver à sua volta as bandeiras dos demais stakeholders, pessoas que iam ser mais do que seus vizinhos. A água do rio que banhava a sua propriedade, os caminhos que a atravessavam, a segurança dos que a habitavam, dependiam também destas pessoas e, sem dúvida, as relações que com elas manteria seriam críticas no seu presente e no seu futuro.
José Luis Blasco (KPMG) aludiu a esta reminiscência na publicação “Indicadores para Empresas”, editada em português pelo Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável. Útil saber, tanto em 2007 como hoje.

  • Mário Branco
  • Bulldog

A humanidade enfrenta situações dramáticas associadas ao subdesenvolvimento, a fenómenos naturais severos, à escassez de água, a conflitos armados ou ao crescimento demográfico, de que resulta uma pobreza extrema. Tais situações ajudam a explicar os focos de tensão regional, a segregação de populações, as vagas migratórias.
A estas preocupações acrescem novas megatendências, tremendas ameaças e/ou grandes oportunidades, como a descarbonização e a digitalização.
Os dois DD da modernidade surgem, por um lado, como resposta à mudança climática e, por outro, como evolução inerente a um novo modelo económico, e serão disruptivos dos mercados de produção e de trabalho, e dos hábitos de consumo.
O combate às alterações climáticas já está integrado na estratégia das empresas responsáveis, aquelas que se comprometem com o Acordo de Paris e as metas fixadas em Bona, na COP23.
A descarbonização das indústrias, conseguida através da eficiência energética, do recurso a energias renováveis e da captura ou compensação das emissões, apresenta-se, cada vez mais, como uma realidade objectiva dos nossos dias. E se a neutralidade carbónica se afigura como desafio, a oportunidade “verde” traduzida na economia circular, na mobilidade sustentável e no redesenho das cidades, deve ser vista com entusiasmo.
A 4.ª revolução industrial está aí e começamos a experienciar a transformação digital: são as comunicações móveis, os sensores, os drones, a banca electrónica, a IoT, as apps de serviços, as redes sociais, o marketing digital na política e no consumo, as soluções inovadoras da economia de partilha, a mobilidade autónoma, as novas formas de difusão cultural, …
A comunicação, crescentemente global, imediata, viral, é ao mesmo tempo impactante e impactada pela digitalização, ganhando novos canais e novas expressões. Nunca os ecrãs, a imagem e o vídeo estiveram tão presentes, jamais se partilhou em rede tamanho volume de informação.
Mas, mesmo desejando ser notória, seguida e influente, uma empresa não pode perder o norte: valores como a verdade, a transparência, o primado das pessoas, a conformidade legal, e princípios como a sustentabilidade e a ética nos negócios têm de presidir a um diálogo aberto com as partes interessadas e a sociedade em geral. Estes continuam a ser, hoje e no futuro, eixos essenciais de uma boa política de comunicação.

  • Manuel Dias Coelho
  • Bulldog

O Partner da BULLDOG, Mário Branco, foi distinguido com o Prémio Carreira na gala anual da Associação Portuguesa de Comunicação de Empresa (APCE), realizada no Estoril. Esta homenagem dos gestores de Comunicação reveste-se de especial significado, tanto no plano pessoal como em termos profissionais e associativos, acentuou Mário Branco numa breve mensagem de agradecimento, porque, passamos a citar, "traduz o reconhecimento dos meus pares - o mais genuíno e, por isso mesmo, o mais gratificante".

  • Mário Branco
  • Bulldog

No quadro da parceria de colaboração com a JP - Inspiring Knowledge, a Bulldog foi responsável pela formação de professores e coordenadores de tecnologias de informação e comunicação (TIC) em El Salvador.
A Bulldog participou na missão de uma semana realizada em San Salvador, capital daquele país da América Central, com um formador certificado, que desenvolveu trabalho no âmbito do programa formativo "Una niña, un niño, una computadora".
Este ambicioso projeto da JP-IK pretende levar o conhecimento das mais modernas tecnologias de apoio ao ensino nas salas de aula a diferentes países em desenvolvimento, através da formação de formadores capazes de desdobrar a ação junto de centenas de docentes dos países aderentes ao projeto.

  • Mário Branco
  • Bulldog

A Bulldog mantém uma relação estreita de parceria com a JP - Inspiring Knowledge​ no quadro das Tecnologias de Informação, tendo activado a sua bolsa de formadores para uma primeira missão em Angola.
Esta acção, desenvolvida ao longo de duas​ semanas, em Luanda, mobilizou oito formadores altamente qualificados e destinou-se a envolver 102 docentes nas práticas de ensino com o recurso às mais modernas ferramentas tecnológicas.
O programa foi monitorizado pelo Ministério de Educação de Angola e constituiu apenas uma primeira etapa, visto a JP-IK prever a capacitação de um total de 600 agentes de ensino locais, no âmbito do projecto "Meu Kamba", orientado para o apetrechamento e a implementação de salas de aula digitais em 150 escolas das 18 províncias angolanas.
O acordo estabelecido entre a JP-IK e a Adminsitração Pública angolana tem por objectivo promover a integração das novas tecnologias educativas logo a partir do ensino básico.

  • Mário Branco
  • Bulldog

A BULLDOG passa a servir mais de perto os seus clientes no Norte do País.​ Com a abertura de um segundo escritório, na cidade do Porto, a BULLDOG consolida no campo operacional o crescimento sustentado que vem registando nas suas actividades.
Esta expansão a Norte é feita juntamente com a associada ADBDCommunicare, marca de referência no segmento das relações públicas em Portugal.
O escritório na Invicta será dirigido por Alexandra Martins, antiga jornalista do Expresso e experiente consultora de Comunicação e Relações Públicas, fundadora da PR Wave, agência que dirigiu desde 2000 até à actualidade.
Através deste escritório,​ pretendem os responsáveis das agências estender aos potenciais clientes a Norte a mesma plataforma de criação de valor e consolidação de imagem que, com sucesso, estabeleceram em Lisboa.
O objectivo que norteará o posicionamento da agência é claro: destacar os seus clientes numa região onde se encontra grande parte do tecido empresarial português, designadamente empresas exportadoras, com grandes necessidades ao nível do desenho de estratégias de comunicação eficazes que integrem influência relacional, assessoria mediática e comunicação digital.