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  • Mário Branco
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Os primeiros exemplares do livro dos 100 anos da Câmara de Comércio Luso-Belga-Luxemburguesa, editado para comemorar o centenário da CCLBL, foram oferecidos, em mão, ao Presidente da República portuguesa e ao Rei dos Belgas, por ocasião da recente visita de Estado dos monarcas belgas a Portugal.
O momento protocolar escolhido foi o Encontro Empresarial Portugal-Bélgica realizado na Fundação Gulbenkian, tendo Eduarda Godinho, presidente da CCLBL, e Jean Poncelet, presidente honorário e editor da obra, apresentado e oferecido um exemplar ao Presidente Marcelo e ao Rei Filipe.
Trabalho de grande fôlego, publicado pela mão da BULLDOG, que desenhou o conceito criativo, elaborou numerosos textos e coordenou a edição e a produção gráfica, o livro relata e retrata em 128 páginas a história centenária da CCLBL, desde a criação, em 1918, da Câmara de Comércio Belga de Portugal até aos nossos dias, destacando, também, o contributo prestado ao relacionamento comercial e cultural por várias famílias belgas radicadas em Portugal.
Incluindo testemunhos de personalidades portuguesas, belgas e luxemburguesas, referentes na área da governação e no meio económico, a obra revela-se um documento fundamental à memória futura das relações entre os três países. A equipa BULLDOG sente-se honrada pelo trabalho desenvolvido em estreita parceria com a Câmara de Comércio e as Embaixadas.

  • Mário Branco
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A criação da identidade visual da APQuímica ‒ Associação Portuguesa da Química, Petroquímica e Refinação constitui uma das mais recentes referências do portfolio da Bulldog no meio industrial.

Complexo e desafiante, este projecto compreendeu a construção da logo-marca e dos principais elementos do branding da APQuímica, assumindo a ambição de posicionar a Associação e contribuir para a construção da sua reputação junto dos stakeholders.

A Bulldog procurou traduzir a simbiose dos valores e referências estratégicas das entidades fusionadas na APQuímica num conceito criativo centrado nas pessoas, na confiança, na sustentabilidade e no crescimento.

A APQuímica ‒ liderada pela Bondalti (ex-CUF), tendo a Hovione na vice-presidência da Direcção ‒ resulta da fusão da AIPQR (Associação das Indústrias da Petroquímica, Química e Refinação) na APEQ (Associação Portuguesa das Empresas Químicas) e passa a concentrar numa só entidade sectorial a representatividade das indústrias química, petroquímica e da refinação em Portugal.

  • Mário Branco
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Tem 20 páginas cuidadosamente editadas, num grafismo irrepreensível, e partilha conhecimento, de princípio a fim, sobre a revolução digital e o seu impacto na comunicação e na reputação das organizações.

É a abordagem de um futuro já presente, em que se fala dos DD da modernidade e de um novo modelo económico centrado no consumidor, em que se decifram as buzzwords correntes entre millennials e centennials, em que Asimov, bots e robots vêm à conversa pela voz de quem sabe, e em que os riscos, a cibersegurança, a protecção dos dados pessoais, a ética e a reputação se entrecruzam num diálogo desafiante, porque a transformação é disruptiva.

Excelência em comunicação, na sua verdadeira acepção, que a APCE serve aos seus associados e que a equipa da Bulldog, ligada dias a fio, mas reconhecida pela parceria na criação e execução do projecto, desenvolveu com entusiasmo e rigor científico.

  • Mário Branco
  • Bulldog

A humanidade enfrenta situações dramáticas associadas ao subdesenvolvimento, a fenómenos naturais severos, à escassez de água, a conflitos armados ou ao crescimento demográfico, de que resulta uma pobreza extrema. Tais situações ajudam a explicar os focos de tensão regional, a segregação de populações, as vagas migratórias.
A estas preocupações acrescem novas megatendências, tremendas ameaças e/ou grandes oportunidades, como a descarbonização e a digitalização.
Os dois DD da modernidade surgem, por um lado, como resposta à mudança climática e, por outro, como evolução inerente a um novo modelo económico, e serão disruptivos dos mercados de produção e de trabalho, e dos hábitos de consumo.
O combate às alterações climáticas já está integrado na estratégia das empresas responsáveis, aquelas que se comprometem com o Acordo de Paris e as metas fixadas em Bona, na COP23.
A descarbonização das indústrias, conseguida através da eficiência energética, do recurso a energias renováveis e da captura ou compensação das emissões, apresenta-se, cada vez mais, como uma realidade objectiva dos nossos dias. E se a neutralidade carbónica se afigura como desafio, a oportunidade “verde” traduzida na economia circular, na mobilidade sustentável e no redesenho das cidades, deve ser vista com entusiasmo.
A 4.ª revolução industrial está aí e começamos a experienciar a transformação digital: são as comunicações móveis, os sensores, os drones, a banca electrónica, a IoT, as apps de serviços, as redes sociais, o marketing digital na política e no consumo, as soluções inovadoras da economia de partilha, a mobilidade autónoma, as novas formas de difusão cultural, …
A comunicação, crescentemente global, imediata, viral, é ao mesmo tempo impactante e impactada pela digitalização, ganhando novos canais e novas expressões. Nunca os ecrãs, a imagem e o vídeo estiveram tão presentes, jamais se partilhou em rede tamanho volume de informação.
Mas, mesmo desejando ser notória, seguida e influente, uma empresa não pode perder o norte: valores como a verdade, a transparência, o primado das pessoas, a conformidade legal, e princípios como a sustentabilidade e a ética nos negócios têm de presidir a um diálogo aberto com as partes interessadas e a sociedade em geral. Estes continuam a ser, hoje e no futuro, eixos essenciais de uma boa política de comunicação.