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  • Mário Branco
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Será a disrupção, ela própria, a nova natureza da Comunicação?
Esta é a million dollar question a que uma brochura publicada pela Associação Portuguesa de Comunicação de Empresa pretende responder, ao reportar para a comunidade da Comunicação Organizacional e das Relações Públicas a essência do Fórum Tendências APCE-PwC 2019. O evento reuniu em Lisboa conceituados especialistas nas áreas da transformação digital, da prática disruptiva e da comunicação empresarial, e deixou lugar a controvérsia. “Disrupção, a nova Comunicação?” partilha os testemunhos e as ideias mais vibrantes desse Fórum, e acrescenta aquele suplemento de Excelência em Comunicação que é próprio da APCE.
Que impacto tem a revolução tecnológica nas empresas e na forma de comunicarem com os seus stakeholders? A APCE propõe-lhe diferentes opiniões e argumentos, num valioso documento em que os desafios da digitalização e da transição energética são transversais, e em que os conceitos de mobilidade inteligente, smart cities, automação, big data, inteligência artificial, IoT, conciliação trabalho/vida ou economia de partilha marcam a agenda.
A equipa BULLDOG, parceira na concepção, criação editorial e execução deste projecto, orgulha-se do trabalho que desenvolveu, com entusiasmo e rigor.

  • Mário Branco
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As Fake News são habitualmente associadas ao ambiente político, mas têm atingido, também, personalidades de notoriedade pública e começam a ter um impacto directo sobre a reputação das empresas. Quem está por detrás dos embustes ou dos simples boatos postos a circular, a maioria das vezes, nos canais digitais? E quais os propósitos que os originam e alimentam?
Estas questões tornaram-se já correntes para os consumidores de informação mais atentos, que recorrem a mecanismos de verificação para apurar a veracidade dos factos noticiados.
No meio empresarial, muito exposto e geralmente menos apetrechado para evitar os efeitos imprevisíveis da desinformação, torna-se essencial que as direcções de comunicação saibam gerir, rápida e eficazmente, as notícias falsas. Como contrariar uma fake news? Que riscos avaliar antes de reagir? Que consequências, desejáveis ou indesejáveis, poderão resultar dessa acção?
A resposta a estas e outras interrogações deve ser dada por consultores de comunicação competentes e experimentados, capazes de aconselhar com conhecimento real e com orientações concretas para prevenir ou gerir uma crise reputacional motivada por fake news.

  • Mário Branco
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A origem do conceito de stakeholder poderá estar no distante oeste norte-americano, quando as caravanas que atravessavam os territórios com os novos colonos tinham que percorrer grandes distâncias até aos locais onde se situavam as parcelas que lhes tinham sido atribuídas. Ao chegar, os novos proprietários deixavam a caravana com uma bandeira.
Quando o grupo se afastava, o colono ficava no terreno com a sua bandeira e podia ver à sua volta as bandeiras dos demais stakeholders, pessoas que iam ser mais do que seus vizinhos. A água do rio que banhava a sua propriedade, os caminhos que a atravessavam, a segurança dos que a habitavam, dependiam também destas pessoas e, sem dúvida, as relações que com elas manteria seriam críticas no seu presente e no seu futuro.
José Luis Blasco (KPMG) aludiu a esta reminiscência na publicação “Indicadores para Empresas”, editada em português pelo Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável. Útil saber, tanto em 2007 como hoje.

  • Mário Branco
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“A melhor experiência da minha vida”. Sem hesitação, eis o comentário de Carlos Moedas à pergunta de António Costa, Director do ECO, a respeito da avaliação de cinco anos como Comissário Europeu. Um mandato desafiante, atendendo ao Brexit, aos atentados terroristas e à crise dos refugiados.
Carlos Moedas deu troco à conversa, durante quase uma hora, em que revelou opiniões firmes, mas também curiosidades, sentimentos e convicções de esperança no futuro da União Europeia, se (todos) soubermos vencer as ameaças que sobre ela pesam.
Em poucas palavras, foi assim a primeira conferência “À conversa com…” promovida pela Câmara de Comércio Luso-Belga-Luxemburguesa, em parceria com a Abreu Advogados e com o apoio do jornal ECO. A BULLDOG esteve por dentro.
A feliz ideia partiu da Embaixadora da Bélgica e a CCLBL não tardou em lançar a iniciativa, que tem caminho para andar…
Carlos Moedas foi amável no diálogo com o moderador, todavia feroz na crítica aos populistas, que desrespeitam o Parlamento Europeu e “nada fazem de construtivo”. Estão apostados em destruir as instituições e à custa dos próprios contribuintes europeus, que lhes pagam os salários. “Somos diferentes dos populistas”, comentaria Moedas, alertando para a ameaça, resultante das próximas eleições europeias, que constituirá a sua provável maior representação parlamentar.
Na sua área de responsabilidade - Investigação, Inovação e Ciência -, Carlos Moedas não tem dúvidas quanto à liderança da Europa face aos demais competidores (EUA, China, Japão). No entanto, reconhece, “somos bons a transformar dinheiro em conhecimento, mas não a transformar conhecimento em dinheiro”.
Disponível para novos desafios políticos, na Europa como no seu país, Carlos Moedas deixou ainda vincadas a ideia de que “o combate às alterações climáticas será, seguramente, a prioridade número um da futura Comissão Europeia”.